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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Apime recebe no Jardim Botânico do Recife um grupo de visitantes muito especial

Nos dias 05 e 06 de maio  a APIME recepcionou no Meliponário que tem instalado no Jardim Botânico do Recife, dois grupos de portadores de deficiência visual que ali se encontravam para participar de um Trabalho de Conclusão de Curso da aluna Ana Paula Arruda, do Curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal Rural de Pernambuco.


No primeiro momento, os visitantes ouviram uma breve explicação sobre as abelhas e principalmente sobre a diferença entre as abelhas nativas e as abelhas Apis (com ferrão).


Dona Sônia conhecendo as abelhas nativas.


Falado sobre como vivem e de como é estruturado o ninho das abelhas nativas, foi passado entre os participantes, alguns moldes de cera de modelar, simulando estruturas que iriam encontrar quando da vistoria do interior da colmeia, como as células de cria, os discos de cria e os potes.

Momento de muito euforia foi quando foi anunciada a abertura da colmeia.








Cada participante pode conhecer as estruturas da colmeia, desde a inspeção manual da entrada (da abelha uruçu), ao batume, potes de alimentos e discos de cria.

Muitas surpresas e constatações.

Deve direito colheita e a degustação do mel da uruçu.




Uma das expressões que pode simbolizar este momento foi quando Edna da Silva ao sentir os discos de cria e passar os dedos na parte de baixo dos mesmos, comparar: "esses pontinhos são crias das abelhas? cada uma dessas (celinhas) nasce uma abelha? Esses pontinhos parecem o alfabeto Braille."





A APIME com esta iniciativa alcançou mais  outra conquista na divulgação das abelhas nativas para sociedade.

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Umburana - "Pau de Abelha" - Proteger a umburana é conservar as abelhas nativas

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Uma jovem planta de umburana de cambão