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sábado, 2 de junho de 2012

Minicurso de Meliponicultura na Semana de Meio Ambiente


A APIME ministrará Curso de Meliponicultura (Abelhas Nativas Sem Ferrão) na programação da I Conferência de Meio Ambiente e Sociedades Sustentáveis - COMEIASS promovida pelo Instituto Humanitas da Universidade Católica de Pernambuco.



A Conferência tem uma programação muito boa com diversas atividades, confira através do site:



CONTATO:
Instituto Humanitas
Rua do Principe, 526, bloco B, Térreo, Boa Vista, Recife-PE.
Cep: 50050-900. Fone/Fax: (81) 2119.4346
E-mail: ihu@unicap.br

quinta-feira, 31 de maio de 2012

APIME e o PACTO PELA VIDA ANIMAL


A APIME participou do lançamento do Pacto pela Vida Animal, que ocorreu neste dia 30.05.12, na Faculdade Marista - Apipucos - Recife - PE.

O Pacto pela Vida Animal tem como objetivo a implementação de Políticas Públicas que garantam a proteção e o bem-estar dos animais no estado de Pernambuco.

O respeito aos Direitos dos Animais é um princípio tão importante, como garantir a proteção social, respeitar a diversidade e combater a discriminação, reconhecer a igualdade de gênero, proteger a vida e a saúde humana, impulsiona o desenvolvimento sustentável e proteger os vulneráveis.

A APIME informou aos presentes que compõe a Câmara Técnica Saúde Pública, Ética e Bem Estar Animal do Conselho Estadual de Meio Ambiente - CONSEMA e  solicitou a contribuição de todos no processo de construção das propostas que resultarão do trabalho da referida Câmara Técnica.

O Pacto pela Vida Animal foi iniciativa da Delegada Nely Queiroz, da Delegacia de Meio Ambiente de Pernambuco.

Contatos podem ser feitos através do e-mail:

contato@pactopelavidaanimal.com.br

Serão necessárias 64.634 assinaturas (1% dos eleitores de Pernambuco) para que esta proposta seja encaminhada como Projeto de Lei de Iniciativa Popular (a exemplo da Lei da "Ficha Limpa"). Solicitem a lista de assinaturas através do endereço acima e entrem nessa campanha de coleta de assinaturas.

Para denunciar casos de abuso contra os animais pode-se ligar para o disque-denúncia (81-3421-9595) ou para a Delegacia de Meio Ambiente (81-3181-7119), sem precisar se identificar. Também é possível registrar um boletim de ocorrência pessoalmente na delegacia, que fica na Rua Comendador Bento Aguiar, no bairro da Ilha do Retiro, no Recife
Outras Informações:
Blog Ciência e Meio Ambiente

G-1 - Vídeo - Entrevista com a Delegada Nely Queiroz

Jornal Cotidiano


sábado, 26 de maio de 2012

Código Florestal Recebe 12 vetos

Fonte: Asssessoria de Comunicação do Ministério do Meio Ambiente




Paulo de Araújo/MMA
Foto Código Florestal recebe 12 vetos
Ministros do Meio Ambiente, Agricultura e Desenvolvimento Agrário anunciam: medida provisória será utilizada para fazer 32 mudanças na lei aprovada pela Câmara.

25/05/2012
Paulenir Constâncio
Sophia Gebrim


A presidenta Dilma Rousseff vetou 12 artigos do novo Código Florestal aprovado pelo Congresso Nacional e envia, na próxima segunda-feira (28/05), à Câmara dos Deputados, medida provisória com 32 modificações na lei. Os principais vetos cancelam a anistia dada aos proprietários de terra que desmataram após 2008 e mantêm a Reserva Legal e as Áreas de Preservação Permanente (APPs). A recuperação das áreas ripárias será obrigatória e de acordo com a largura do rio. As Reservas Legais foram mantidas em 20% para a Mata Atlântica, 35% para o Cerrado e Caatinga e 80% para a Amazônia. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (25/05), durante entrevista coletiva concedida por três ministros de Estado e mais o advogado-geral da União no Palácio do Planalto.

Foram também introduzidos mecanismos de proteção para as nascentes, veredas, áreas úmidas e pantanais, topo de morro, encostas e manguezais suprimidas pelo texto votado na Câmara. O Cadastro Ambiental Rural e o Programa de Regularização Ambiental também foram assegurados. O produtor rural que aderir aos programas terá sua multa suspensa por até cinco anos enquanto recupera as áreas desmatadas irregularmente. Ao final desse prazo, caso não cumpra a exigência, perde o acesso ao crédito junto às instituições públicas.

ANÁLISE DETALHADA
O governo tomou as medidas após uma análise detalhada da estrutura fundiária de mais de 5 mil municípios. O levantamento revelou que 90% das propriedades estão nas mãos de pequenos e médios produtores, com até quatro módulos fiscais. Essas propriedades, embora ocupem apenas 24% do território destinado à produção, respondem por 70% da oferta de alimentos no Brasil.
De acordo com dados do Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 75% da área produtiva são propriedades com mais de quatro módulos, sendo que delas 63% com áreas superiores a dez. As medidas dos módulos fiscais variam de região para região e até dentro de um mesmo Estado.
Isso foi levado em consideração para definir a área a ser recuperada. A agricultura familiar, que ocupa até dois módulos, terá um limite máximo de recuperação estabelecido em 10% da APP. Os percentuais de RL permanecem e para até quatro módulos, 20%. Acima disso, a recuperação terá que ser integral. Das 32 modificações feitas pelo Planalto por medida provisória, 14 restituem o texto acordado no Senado, cinco são novas e 13 são de ajustes para evitar conflitos legais. O texto da MP só será divulgado na próxima segunda feira.

FLORESTAS E BIOMAS
Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o trabalho conduzido pelo governo teve como princípios fundamentais a preservação das florestas e biomas, produção agrícola sustentável e atendimento à questão social, sem prejudicar o meio ambiente. "A nossa prioridade foi valorizar os pequenos proprietários e manter o status das áreas de preservação e reserva legal". Ela também destaca que todos os produtores, pequenos, médios e grandes, terão que recuperar o que foi desmatado.
Com relação à estrutura fundiária, a ministra explicou que, para a revisão e análise do artigo 61, trabalharam em conjunto os ministérios do Meio Ambiente (MMA), Agricultura (Mapa) e Desenvolvimento Agrário (MDA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Agência Nacional de Águas (ANA), para buscar uma proposta que o governo irá apresentar na Medida Provisória. Para isso, a prioridade foi conhecer a estrutura fundiária do Brasil.
"Após diálogos com especialistas e técnicos chegamos a uma proposta de reconhecimento e regularização ambiental das propriedades de acordo com o seu tamanho, largura dos rios e impacto da regularização ambiental no tamanho da propriedade", salientou a ministra. "Não admitimos anistia, retiramos todos os pontos no Código que pudessem caracterizar anistia de qualquer tipo."

BOM CENSO
O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, enfatizou que o Código Florestal não é dos ambientalistas e nem dos ruralistas. "Esse Código é de todos que têm bom senso e acreditam que o Brasil pode produzir, respeitando e preservando o meio ambiente", afirmou.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, disse que, neste processo, o governo está defendendo a sociedade e as futuras gerações, garantindo a produção de alimentos saudáveis e as exportações. "Queremos assegurar a inclusão social produtiva de mais de 4 milhões de pequenos produtores rurais que produzem mais de 70% dos alimentos que são consumidos no país", observou. Ele também ressaltou que não haverá anistia para ninguém: "Todos terão que contribuir para a recuperação das áreas desmatadas ao longo dos anos".
Para o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, o objetivo desses vetos, alterações e novos pontos introduzidos é priorizar a questão ambiental e social. "Todos os itens que estamos apresentando aqui são retrato do debate democrático que vem sendo travado nos últimos anos entre governo e sociedade", salientou.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O XXI Congresso Brasileiro de Apicultores e Meliponicultores em 2016




O XXI Congresso Brasileiro de Apicultores e Meliponicultores será realizado em Fortaleza - CE, em 2016.

Foi a decisão da Assembléia da Confederação Brasileira de Apicultores, realizada hoje, 25.05.12, no XIX Congresso Brasileiro de Apicultores e Meliponicultores, Gramado - RS.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Guia de Plantas Visitadas por Abelhas na Caatinga

Foi lançado no XIX Congresso de Apicultores e Meliponicultores, em Gramado - RS, 22 a 26 de maio de 2012, o livro Guia de plantas visitadas por abelhas na caatinga. Uma excelente literatura!Os autores são: Camila Maia-Silva, Cláudia Inês da Silva, Michael Hrncir, Rubens Teixeira de Queiroz e Vera Lucia Imperatriz-Fonseca A APIME está disponibilizando essa obra em seu Blog.

sábado, 19 de maio de 2012

Pesquisa participativa: Impactos de empreendimentos lineares em Unidades de Conservação

O Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas, instituição vinculada a Universidade Federal de Lavras- MG, está desenvolvendo um diagnóstico que visa obter importantes informações de impactos de rodovias e outros empreendimentos lineares na fauna selvagem em unidades de conservação de diferentes esferas administrativas.

A participação neste levantamento é voluntária e a opinião de cada um será extremamente importante para obteção de um cenário nacional destes impactos.

Para tanto, no final desta postagem existe um link que abrirá o questionário da referida pesquisa.
O objetivo maior deste levantamento é obter um cenário nacional da problemática da presença de estradas, ferrovias, dutos e outros empreendimentos lineares em UCs, permitindo a proposição de políticas públicas adequadas.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Apicultores denunciam morte de abelhas


RIBEIRÃO PRETO - Milhares de abelhas de ao menos três apicultores de Gavião Peixoto (306 km de São Paulo) morreram nos últimos dias. A suspeita é que as mortes tenham sido causadas por agrotóxicos utilizados em plantações próximas, principalmente em canaviais.

De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Gavião Peixoto, Karin Raja Cury, o primeiro relato de mortandade de abelhas ocorreu há cerca de 20 dias. Depois, outros dois apicultores procuraram a pasta para informar sobre mais mortes -em um dos casos, o produtor perdeu praticamente todas as colmeias.

Insetos mortos foram recolhidos pela pasta, que vai enviá-los nesta quinta-feira à Unesp de Jaboticabal para que análises possam indicar a causa da morte. Com certeza é possível detectar, disse Cury.
Nos três casos registrados, as colmeias ficam em propriedades próximas. Uma delas é a do apicultor Waldemar Charnet, que diz ter sofrido um prejuízo de ao menos R$ 30 mil.

O valor inclui a formação das 40 colmeias que, segundo Charnet, produziam ao menos duas toneladas de mel por ano, além do produto ainda não colhido e que também deve ser perdido.

Segundo ele, as propriedades são cercadas de canaviais, o que reforça a tese de que a causa da morte dos insetos tenha partido dessas plantações.A abelha é um inseto muito frágil, não suporta veneno nenhum, disse ele.

Segundo Cury, Gavião Peixoto não chega a ser um grande produtor de mel. As colmeias mantidas na zona rural da cidade são de pequeno porte, mas há famílias que vivem apenas da venda desse produto.
Por Leandro Martins (Folhapress).

Umburana

Umburana
Uma jovem planta de umburana de cambão