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domingo, 9 de novembro de 2014

Congresso Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura 2014 - Dia 07.11.14

Luiz Aleixo - Lula do Mel (APIME) ministrou o Mini-curso " A Arte de Fumegar"

Luiz Aleixo - Mini-curso " A Arte de Fumegar"

 Mini-curso " A Arte de Fumegar"


 Mini-curso " A Arte de Fumegar"

Clínica Tecnologia - Pasteurização de Mel de Melípona

Explicação Teórica sobre o processo de pasteurização do mel de abelhas nativas

Apresentação prática da técnica de pasteurização do mel de abelhas nativas.


Clínica Tecnológica - Multiplicação de Colônias de Meliponíneos em Grande Escala

José Xavier da UNAMEL - Ministra Minicurso

José Xavier - da UNAMEL - "Profissionalização da Apicultura Brasileira"

EXPOAPIS 2014


A Emarter - Pará apresentou colmeias de abelhas nativas, publicações diversas e trabalhos resultado da Extensão Rural.





Estande da Confederação Brasileira de Apicultores

Estande da Confederação Brasileira de Apicultura.






A Embrapa - Amazônia Oriental desenvolve trabalhos importantes na área de meliponicultura. A Extensão Rural é um forte viés nesse trabalho.

O Projeto Polinizadores atraiu diversos Congressista. Momento de sorteio de publicações.




Estande da Confederação Brasileira de Apicultura e Meliponicultura na EXPOAPIS

Máquina de Desopercular quadros de Colmeias Apis para produção em Grande Escala.



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Congresso Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura 2014 - Dia 06.11.2014


































Congresso Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura 2014 - Abertura do Evento 05.11.2014

Centro de Convenções de Belém do Pará


Solenidade de Abertura do Congresso

Apicultores e Meliponicultores de todo o Pais lotaram o
Auditório do Centro de Convenções de Belém do Pará.



Espaço de divulgação das Instituições Pernambucanas
 APIME e FEAMPE

A APIME divulgou a Campanha de Proteção  da Umburana de
 Cambão como estratégia de proteção dos ninhos das
abelhas nativas.

A APIME  e a Federação de Apicultores e Meliponicultores
 de Pernambuco

Abertura da EXPOAPIS 


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Guia do Professor - Abelhas Nativas sem ferrão


Autor: José M. P. P. Ballivián (org.)
Categoria: Ecologia/Economia solidária
Idioma: Português
Páginas: 124
Editora: Oikos
Este guia trata de abelhas nativas sem ferrão a partir dos conhecimentos e saberes acumulados pelos povos indígenas. O material é resultado do trabalho e esforço de pessoas inseridas na Comunidade Indígena, no COMIN e no CAPA, sensibilizadas e dedicadas em compreender, valorizar e incluir os conhecimentos indígenas em processos de formação e educação diferenciadas numa perspectiva de sustentabilidade.


http://oikoseditora.com.br/obra/index/id/40


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

NANOPARTÍCULA FEITA DE VENENO DE ABELHA PODE MATAR VÍRUS DA AIDS


NANOPARTÍCULA FEITA DE VENENO DE ABELHA PODE MATAR VÍRUS DA AIDS


Carregada com a toxina melitina, a partícula consegue romper o envelope de proteção do vírus HIV. Uma toxina presente no veneno de abelhas pode ajudar a combater o vírus do HIV. Em uma pesquisa publicada no periódico Antiviral Therapy, pesquisadores da Universidade de Washington conseguiram que uma nanopartícula carregada com a toxina melitina destruísse o vírus. Segundo eles, a descoberta pode ser um passo importante no desenvolvimento de um gel vaginal eficaz em prevenir a disseminação do vírus causador da aids.
A toxina melitina, presente no veneno da abelha, tem uma ação tão potente que consegue fazer pequenos buracos na camada protetora que envolve o HIV — assim como outros vírus. Quando essa toxina é colocada dentro das nanopartículas, no entanto, as células normais não são prejudicadas por sua ação. Isso porque a equipe de pesquisadores adicionou uma espécie de pára-choques de proteção em sua superfície. Assim, quando entra em contato com uma célula normal, que é muito maior em tamanho, a nanopartícula se afasta. O vírus do HIV, por outro lado, é menor do que a nanopartícula, cabendo no espaço existente entre esses pára-choques. Ao fazer contato com a superfície da partícula, o HIV entra em contato também com a toxina da abelha. “A melitina forma pequenos complexos de poros e rompe o envelope do vírus, arrancando esse envelope”, diz Joshua L. Hood, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo.
Abelha
Ataque — Segundo os pesquisadores, uma das vantagens da nova abordagem é que a nanopartícula ataca uma parte essencial da estrutura viral: o envelope protetor. A maioria dos medicamentos anti-HIV disponíveis hoje no mercado atuam inibindo a habilidade do vírus de se replicar. Essa estratégia, no entanto, não consegue barrar a infecção inicial, e algumas cepas do vírus acabam driblando o remédio e se reproduzindo mesmo assim. “Teoricamente, não há como o vírus se adaptar a nossa técnica. O vírus precisa ter essa capa protetora, essa camada dupla que o reveste.”
Além da prevenção na forma de gel vaginal, Hood também espera que essas nanopartículas possam ser usadas como uma terapia para infecções por HIV já existentes, especialmente aquelas resistentes a drogas. Nesse contexto, as nanopartículas poderiam ser injetadas no paciente de maneira intravenosa e, em tese, seriam capazes de eliminar o HIV da corrente sanguínea. “A partícula básica que estamos usando no experimento foi desenvolvida há muitos anos como um produto sanguíneo artificial”, diz Hood. “Ela não funcionou muito bem para a entrega de oxigênio, mas circula de maneira segura pela corrente sanguínea e nos dá uma boa plataforma adaptável para o combate a diferentes tipos de infecção.” Como a melitina ataca indiscriminadamente membranas duplas, o conceito não se limita apenas ao HIV. Diversos vírus, incluindo hepatite B e C, contam com o mesmo tipo de envelope protetor e seriam vulneráveis às nanopartículas carregadas com melitina.
Contracepção — Embora essa pesquisa em particular não se refira a métodos contraceptivos, de acordo com Joshua Hood, o gel poderia facilmente ser adaptado para ter os espermatozoides como alvos. “Estamos olhando também para casais em que apenas um parceiro tem HIV, e que querem ter um bebê”, diz Hood. “Essas partículas, por si só, são bastante seguras para o esperma, da mesma maneira que são para as células vaginais.” Embora a pesquisa tenha sido feita em células laboratoriais, Hood afirma que as nanoparticulas podem ser facilmente fabricadas em grandes quantias, em volume necessário para testes clínicos.

Umburana - "Pau de Abelha" - Proteger a umburana é conservar as abelhas nativas

Umburana - "Pau de Abelha" - Proteger a umburana é conservar as abelhas nativas
Uma jovem planta de umburana de cambão